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Protestos no Calafate expõem problemas em licitação

Empresa falida e atraso do BNDES explicam falhas

Os protestos de três comunidades de moradores da região do Calafate acabam por expor problemas estruturantes na gestão pública e também na gestão empresarial.

Em relação à comunidade do Portal da Amazônia, a empresa que fazia as obras de infraestrutura do local decretou falência. A direção do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (Depasa) admitiu o problema, mas afirmou que, efetivamente, a situação só deve ser resolvida no ano que vem.

A demora encontra amparo na própria burocracia. O Depasa vai fazer uma rescisão contratual que deve ser concluída em 50 dias. Após isso, uma nova licitação deve ser aberta já que não houve uma segunda empresa interessada no certame original.
Esse novo processo licitatório deve demorar, pelo menos, três meses.

A direção do Depasa vai entrar em contato com a Prefeitura de Rio Branco. A ideia é, por meio de parceria, fazer obras paliativas até que todo processo licitatório seja concluído.

Em relação às comunidades do Novo Calafate e da Vila Calafate, a explicação dada pelo Governo é de que houve atraso no repasse dos recursos do BNDES, responsáveis pelo aporte da obra. O repasse estava previsto para o fim do ano passado, mas, até hoje, não foi feito ao Governo do Acre.

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