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Empresa armazena lixo hospitalar sem autorização

Imac garante que não autorizou armazenagem em galpão

Um armazém situado no Distrito Industrial de Rio Branco pode ser mais um caso de crime ambiental envolvendo lixo hospitalar. Fotografias mostram o trabalho noturno da empresa “Preserva Tratamento de Resíduos”. Ela é de Porto Velho, Rondônia, e foi contratada pela Secretaria de Estado de Saúde para recolher o lixo das unidades hospitalares.

As fotos denunciam que a empresa está colocando os sacos de lixo em tambores de plástico que vão sendo armazenados uns em cima dos outros. Uma das imagens revela os riscos para quem trabalha no transporte: o funcionário não tem nenhum tipo de proteção, sequer uma luva.

Na parte interna do armazém são vários tambores. Do lado e fora existem: residências e empresas que estão alheiras ao que é armazenado.

Na quinta-feira, o imóvel estava fechado. Nessa sexta, a porta da frente estava aberta e mostrava o espaço vazio. A Secretaria de Saúde de Rio Branco informou que a Preserva tem autorização apenas para recolher e transportar o lixo hospitalar, que deve ser levado para incineração em Porto Velho.

Para armazenamento, a empresa precisa de uma liberação do Imac. O Instituto de Meio Ambiente informou que a empresa não tem autorização. Por isso, o armazém que fica no Distrito Industrial é irregular.

Por telefone, a direção da Preserva disse que não vê irregularidade num armazém provisório. Os tambores ficam no local até completar uma carga. Depois são levados para Rondônia.

O Imac, através do diretor Paulo Viana, prometeu apurar a denúncia que pode se transformar em mais um crime ambiental. Não é a primeira vez que isso acontece com as empresas que são contratadas pelo governo do estado para recolher o lixo hospitalar.

A empresa anterior, Liberdade Ambiental, de Cruzeiro do Sul, cometeu o mesmo crime ambiental. Um armazém na estrada do Calafate era usado para armazenar o lixo recolhido dos hospitais. Depois, caminhões transportando o lixo de forma irregular foram apreendidos.

O Governo do Estado mudou a empresa, mas o problema parece que continua. Assim como na denúncia passada, onde ninguém foi punido, o Imac pode livrar mais uma empresa.

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