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Idaf se prepara para barrar monília do cacaueiro

Fungo também prejudica cupuaçu

A ordem é monitorar a fronteira com a Bolívia e o Peru para evitar a entrada do fungo causador da monília, uma doença que vem dizimando cacaueiros em vários países da América do Sul e foi detectado em cidades bolivianas a 50 quilômetros da fronteira brasileira. A doença também atinge o cupuaçu, o que já obriga ações de prevenção por parte do Idaf.

Ela ainda não chegou ao Brasil. Por isso, os técnicos de Defesa Sanitária estão sendo instruídos para fazer barreiras nas regiões de fronteira.

Os técnicos do Instituto de Defesa Agroflorestal do Acre (Idaf) descobriram que existem casos da monília em pelo menos duas cidades bolivianas a 50 quilômetros da fronteira.

O fungo ataca toda a fruta deixando ela com aparência esbranquiçada. A monília atinge diretamente o caroço ou a semente a parte principal do fruto.

Nessa sexta-feira, o Idaf promoveu um encontro para discutir os prejuízos que a monília pode trazer não só para o Acre mais para todo o Brasil. Participaram da reunião técnicos do Idaf, da Embrapa e secretaria de Estado de Produção.

A proposta, segundo o técnico do Idaf Pedro Arruda, é conhecer a monília e preparar um plano de contingência caso ele chegue ao Brasil.

É preciso alertar os pequenos produtores. No Acre, não existem plantações de cacau. Aparece mais o nativo, mas o cupuaçu faz parte da lista de produtos que levam renda para o pequeno produtor.

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