17 Setembro 2018 Written by 

A briga na família Diniz de Sena Madureira mostra que quando a política entra no meio, nem a Família sobrevive. Prova disso foi a briga entre os primos Gehlen Diniz e Gilberto Diniz.

 

Otimista

O deputado Jairo Carvalho (PSD) anda pela cidade com um sorriso no rosto e o semblante tranquilo: “Serei o mais votado da minha coligação”, garante o parlamentar. Ele deve saber do que fala. É de conhecimento público que Jairo conta com os votos das igrejas e com o apoio da Associação de Pastores do Acre. E que os candidatos do MDB são considerados “meio doidinhos” por esse segmento mais conservador.

Fora PT

Contrariando os boatos que indicam ligações do governo petista com as facções criminosas, candidatos de partidos que não são chegados ao PT contam que, em muitos bairros, a militância não pode entrar. Na quinta-feira passada, um desses candidatos viu quando um ônibus com militância do PT foi obrigado a voltar. As facções não estão querendo o PT na periferia. O pessoal que estava no ônibus foi obrigado a embarcar de novo e procurar outro local para fazer campanha.

Credibilidade

O candidato a deputado federal pelo REDE, o jovem Carlos Gomes, vem mostrando muita segurança e credibilidade. Ele conseguiu arrecadar R$ 150 mil do empresariado de Rio Branco, enquanto o candidato da oposição ao governo, Gladson Cameli (PP), só conseguiu R$ 100 mil.

Em família

A briga na família Diniz de Sena Madureira mostra que quando a política entra no meio, nem a Família sobrevive. Prova disso foi a briga entre os primos Gehlen Diniz e Gilberto Diniz, um deputado com mandato e o outro, ex-deputado, tentando voltar à Assembleia Legislativa.

Em família II

A briga entre os primos foi cinematográfica, com direito à perseguição de carro pelas ruas de Sena Madureira e tiros. A confusão acabou na delegacia.

Nervosismo

O nervosismo político em Sena Madureira é grande. Maior que o tamanho do município e que o número de eleitores. O local é considerado o mais difícil na campanha deste ano. Só os muitos fortes sobreviverão.

Por um triz...

E por falar em confusão... a paciência de alguns tucanos está por um triz quando o assunto é Marcio Bittar. A turma do Glorioso está quase tornando (mais uma vez) público o descontentamento com a postura do moço. No sábado, em agenda de campanha no Bujari, Bittar só falava de Bolsonaro. Em todo ponto de parada, em cada aperto de mão que dava, o militar estava presente.

Por um triz II

“Isso é uma falta de respeito. O que deveria acontecer, por coerência, era ele pedir votos a Alckmin, já que na federal o PSDB encabeça a chapa e o PP está com a vice Ana Amélia. Aqui é o contrário, o PP encabeça e o PSDB está com o vice, Rocha. Ele deveria se sentir moralmente comprometido com o voto a Alckmin”, reclamava um tucano, quase em estado de ira.

Ocorre

O problema é que Bittar é um simpático aos tucanos ligados à ala de Aécio. Ocorre que, atualmente, o mineiro é quase uma persona non grata. Nos bastidores, percebe-se certo incômodo até em citá-lo. Na última quinta-feira, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o senador Tasso Jereissati, presidente do Instituto Teotônio Vilela, braço teórico do partido, anotou a postura de Aécio no caso JBS como um dos “erros memoráveis” do partido.

Açafrão

A Anvisa liberou o uso do açafrão na produção de farinha. Um detalhe exigido pelo consumidor. A alta na produção derrubou o preço da saca. É a lógica do mercado. Nesse caso específico, é uma dinâmica mais carrasca porque afeta diretamente o pequeno produtor.

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Foto de ilustração: Jornal Opinião



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