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231117-esporte-estrelaoatletico-associacaodoscronistasesportivosDivulgação do regulamento feita pela CBF

Banco Mundial

O relatório “Um ajuste justo: propostas para aumentar a eficiência e equidade do gasto público no Brasil” feito pelo Banco Mundial já teve o efeito a que se propôs: gerar polêmica. O banco sempre faz esses documentos que, de certa maneira, apontam tendências na gestão pública nos países pobres.

Universidade pública

Um dos “ajustes” sugeridos pelo Banco Mundial mexe em um vespeiro: a universidade pública no Brasil. O banco diz que o governo brasileiro chegaria a economizar R$ 13 bilhões por ano se mantivesse o custeamento de 40% dos estudantes pobres nas universidades federais. Os outros 60%, composto por estudantes de média renda e alta renda, pagariam os estudos financiados por meio de programas semelhantes ao Fies.

Universidade pública II

O cálculo do Banco Mundial é que os estudantes em universidades federais somam quase 2 milhões de alunos ao custo individual de R$ 41 mil por ano. Contrastando com isso, estão 8 milhões de alunos em faculdades particulares custando anualmente R$ 14 mil. Nos institutos federais, diz o relatório, os alunos são os mais caros: R$ 74 mil por ano.

Custo

O processo de sucateamento das universidades públicas é longo. Remete à gestão de FHC e parece encontrar, no governo Temer, o cenário ideal. O presidente Temer, amparado em sua baixa popularidade, quer refazer a agenda de prioridades do governo com aquilo que considera “modernizante”. Um dos pontos dessa agenda é observar as universidades federais como “um custo”.

Custo II

Na elaboração da peça orçamentária de 2018, a ideia de transformar as universidades federais em Organizações Sociais está na ordem do dia no parlamento federal. Com isso, empresas privadas passam a poder investir dinheiro nas universidades. Isso soa como boa música nos ouvidos dos agentes de mercado. Só tem um problema: a universidade passaria a não ter o foco na produção de conhecimento. Isso seria um detalhe. O que interessaria é produzir produtos para atender a interesses de empresas. É isso o que se quer?

Elite

Essa lógica de que as famílias de melhor renda pagam pela excelente educação dos filhos até o Ensino Médio para que eles tenham acesso a uma instituição superior gratuita é verdadeira. É factual. Mas, é errada. A ideia correta seria oferecer ensino de qualidade desde a base para todos. Aí, é que se veria, de fato, quem mereceria entrar em uma universidade pública com mais Justiça. A universidade é, sim, um lugar para uma elite. Mas, uma elite intelectual. Não, necessariamente, financeira. O problema é que, no Brasil, isso se mistura: nossa elite intelectual é a mesma rica.

Inferno...

Não bastasse o fato do reitor da UFAC, Minoru Kinpara, lançar sua candidatura ao Senado pelo Rede Sustentabilidade, ameaçando abocanhar fatia expressiva dos votos de Jorge Viana (PT), dentro da universidade em seus campus e núcleos espalhados por todo o Estado, ainda descobrem que JV é proprietário de uma revendedora de veículos da Kia, em Brasília.

... astral

A história da revendedora da Kia virou hit, depois que a oposição denunciou o fato na Assembleia Legislativa. Mas, segundo a coluna apurou, o pior ainda está por vir. Tem adversário de JV na disputa pelo Senado, ligado à oposição, que promete contar uma historinha a respeito de usinas hidrelétricas.

“Denúncias”

O leitor é bicho que não se engana com facilidade. Sobre essas denúncias paroquiais é preciso sempre saber ler entre uma linha e outra. O senador Jorge Viana é, atualmente, o alvo estratégico da vez (Marcus Alexandre é o alvo tático, imediato, óbvio).

“Denúncias” II

Com a já anunciada saída do Tião Viana do cenário político em rodas restritas (deve se dedicar aos estudos da Medicina por um tempo), Jorge aos poucos vai retomando o destaque na condução dos debates. E aí, é lombo grosso para aguentar as porradas! Sem muita novidade.

Vexame

Triste figura fez um grupo de mulheres do PT, na Assembleia Legislativa, nesta terça-feira. O movimento que coleta assinaturas para barrar a Lei do Aborto no Congresso Nacional ocupou a galeria da Assembleia durante a sessão. Se tivessem ficado em qualquer esquina do centro da cidade, certamente conseguiriam assinaturas contra a proposta, o que não aconteceu na sala Marina Silva. Em tempo: o grupo era liderado pela mulher do secretário de Desenvolvimento e/ou deputado federal afastado, Sibá Machado.

Urgência

Presidente do Legislativo, deputado Ney Amorim (PT), realizou uma reunião de urgência com todos os deputados, logo após a sessão. A reunião foi para pedir aos parlamentares que "pelo amor de Deus", compareçam às sessões da Casa.

Urgência II

O temor é que com a campanha se desenrolando, mesmo extra oficialmente, não haja nem o quórum mínimo de 5 deputados para realizar as sessões. “Deixem a campanha para os finais de semana”, suplicou o presidente.

Mulheres

As mulheres entraram firmes na disputa eleitoral. A advogada Joana D'Arc, lançou sua candidatura avulsa ao Senado. Uma inovação bem vinda, por não se ligar a partido político.

Mulheres II

A desembargadora aposentada e ex-presidente do Tribunal de Justiça, Izaura Maia, assinará a ficha de filiação ao PSol, partido pelo qual disputará uma vaga à Câmara dos Deputados.

Fortalecimento

Foi longe o tempo em que o PSol era restrito a dois ou três militantes que alugavam a sigla para o senador Sérgio Petecão, ainda no PMN. O partido cresceu e amadureceu. Aliou-se à Frente Popular e vai disputar as eleições do ano que vem com quadros preparados.

Fortalecimento II

O ex-presidente do Sinteac e petista belicoso, Cláudio Ezequiel, se desiludiu com o PT e pulou fora. Filiado ao PSol, partido do qual é secretário, vai disputar uma vaga para a Assembleia Legislativa do Estado.

Juntos

O apresentador e humorista Antônio Klemer, o ativista de Direitos Humanos Jocivan Santos e o líder indígena Sabá Manchineri são outros nomes que aos poucos vão elevando o respeito ao PSol.

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