| Candidatos vão ao MPF pedir anulação do Vestibular |
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| Rutemberg Crispim, da Agência Agazeta.net |
| Seg, 09 de Novembro de 2009 09:02 |
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Candidatos reclamam que, mesmo chegando no horário, foram impedidos de fazer a prova. Reitora da Ufac garante Copeve cumpriu o que estava no edital
Mais de 30 candidatos afirmaram que irão ao Ministério Público Federal (MPF), nesta segunda-feira, 9, para pedir a anulação dos Vestibular 2010 da Universidade Federal do Acre (Ufac). Eles afirmam que foram impedidos de fazer as provas, mesmo chegando antes do horário previsto para o início do concurso.
Revoltados, alguns candidatos afirmaram que nem mesmo puderam entrar nas dependências do Campus da Ufac e foram barrados ainda na entrada da instituição mesmo faltando 20 minutos para iniciar as provas.
“Tem candidato que chegou aqui 8h30 e mesmo assim não conseguiu fazer a prova. Enfrentamos muitas dificuldades, pois não foram colocados ônibus suficientes para atender à demanda e a chuva estava muito forte. Isso é uma falta de respeito, pois chegamos aqui antes do horário previsto para o início do Vestibular e fomos impedidos de participar”, desabafou o candidato Maurileno de Moura.
A reitora da Ufac, Olinda Batista disse que todas as regras para a realização das provas foram publicadas no edital do Vestibular 2010. Ela destacou que todos os candidatos foram informados do horário de fechamento dos portões e que a Copeve apenas cumpriu o que foi definido com o Conselho Universitário.
“Infelizmente, nós tivemos algumas pessoas que não ficaram atentas para o horário de fechamento dos portões e não puderam participar do processo. No edital, estava definido o horário de início das provas. Fora isso, não tivemos nenhum outro problema”, disse.
Os candidatos se organizaram e assinaram uma lista, com o horário de chegada ao local das provas para pedir ajuda do MPF, afirmando que estavam dentro das regras previstas no edital.
Na manhã desta segunda-feira, 9, cerca de 30 candidatos procuraram o MPF e se comprometeram a enviar uma representação pedindo que o órgão investigue as possíveis quebras de regras do edital.
Após a pulseira do relógio digital ter se quebrado, um deles colocou o objeto no bolso, esquecendo das normas previstas no edital. Já os outros dois flagrados com celulares disseram que desconheciam as normas do certame.
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