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Aloprado

O povo juruaense tenta engolir o ataque gratuito de que foi vítima recentemente. E a ofensa ainda repercute. Foi tão inesperada quanto fatal e, ironicamente, veio num momento em que os investimentos do governo na região se sucedem e agradam a muitos por lá. A Frente Popular ainda se esforça muito para explicar que o questionamento do estado de direito na região não representa uma visão do grupo político que está no poder há mais de uma década, e sim um infeliz comentário de um de seus dirigentes mais influentes.

*O próprio Lula (quem lembra?) criticou a esparrela petista ao chamar de “aloprados” aqueles que falavam demais e, por pouco, não comprometeram a sua campanha à reeleição.

Beijar nem pensar

Com a tendência de baixa temperatura e a proximidade da Expoacre, é humanamente impossível, para muitos, cumprir uma das principais recomendações da OMS para prevenção à gripe suína: o beijo na boca, independente se o affair ocorre em aglomerados de pessoas ou não. Espera-se que, com a constatação de que o vírus H1N1 já circula livremente, os expositores encaixem campanhas espontâneas de conscientização em seus stander´s.

*O risco de contágio é tão grande que até os pais são orientados a somente pôr seus bebês no colo em caso extremo.

Fogo zero

Na volta do recesso, no início de agosto, a Bancada Federal do Acre deve tomar uma posição de consenso contra a sentença do fogo zero no Acre. O gabinete da deputada Perpétua Almeida, por exemplo, recebe apelos diários por uma intervenção política capaz de reverter o que chamam de “perseguição aos pequenos produtores”.

*Famílias rurais, representadas por sindicatos que sequer foram ouvidos sobre a questão, vêem suas tradições quebradas e o convívio direto com a floresta ameaçado.

Alternativa

Perpétua Almeida entende que o papel fiscalizador e educativo do Imac e Ibama precisam ser repensados, e critica a “ação policialesca” dos órgãos ambientais no Acre. Ela irá propor alternativas que não afetem tanto a vida no campo. Será numa reunião com os demais parlamentares, e o argumento que será levado a eles é o resultado de uma indignação coletiva, de norte a sul do estado. A intenção é envolver as câmaras de vereadores no debate.

Costumes ameaçados

É fato que, com a proibição generalizada, os costumes serão quebrados, uma vez que, habitualmente, em regiões remotas e isoladas, só é possível construir uma casa, por exemplo, com matéria-prima estritamente florestal.

*Imagine estas famílias sendo obrigadas a erguer uma moradia em alvenaria em seringais onde não existem olarias, cerâmicas, sem acesso para transporte de cimento e outros insumos.

Preconceito

Nas escolas públicas brasileiras, 87% da comunidade – sejam alunos, pais, professores ou servidores – têm algum grau de preconceito contra homossexuais, informa a Agência Brasil. O dado faz parte de pesquisa divulgada recentemente pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e revela um problema que estudantes e educadores homossexuais, bissexuais e travestis enfrentam diariamente nas escolas: a homofobia.

*O levantamento foi realizado com base em entrevistas feitas com 18,5 mil alunos, pais, professores, diretores e funcionários, de 501 unidades de ensino de todo o país.
 


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