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Agenda de prefeitos expõe crise no Incra

Governador prometeu apoio institucional aos gestores

A agenda dos prefeitos dos 22 municípios na sede da Amac expôs a fragilidade da relação dos gestores com o Incra. Sem orçamento vinculado ao setor de infraestrutura, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária sai da agenda dos prefeitos.

Endividados e sem condições de investir, os prefeitos apelam para o Governo do Estado. O governador Tião Viana, também com capacidade de investimento já comprometida, usa a retórica para dizer pouco.

“As prefeituras são o grande porta-voz do sentimento popular, e a questão dos ramais é muito relevante para a gente”, tergiversa o governador, em declaração divulgada pela agência de notícias oficial.
A situação dos agricultores deve piorar porque o recurso de maior vulto para o
melhoramento de ramais está previsto para 2018 resultado das emendas parlamentares: algo em torno de R$ 80 milhões.

O atual superintendente do Incra no Acre, Eduardo Ribeiro, intensifica planejamento para poder gerenciar o pires vazio do órgão. O Incra teve convênio de 2011 a 2014 que garantiu alguma ação nos ramais. Em 2015 e 2016 o que sobrou foram quatro convênios com o Deracre, que deve destinar R$ 3,4 milhões para que o Incra dê conta de garantir condições de escoamento da produção em 161 projetos de assentamento.

“É preciso ser esperançoso”, admite o superintendente do Incra no Acre, Eduardo Ribeiro. “O orçamento mínimo necessário seria pelo menos 30 milhões de reais”. Com apenas 10% deste valor para aplicar em ramais, Ribeiro quer destinar esse recurso para garantir combustíveis e construção de bueiros aos prefeitos.

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