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Campanha de 2018 reforça solidez petista na FPA

Tião Viana: controle petista absoluto na coligação

Na Frente Popular do Acre, a campanha para eleições 2018 reforça o mando do PT na coligação. Já na formação das chapas, isso fica claro. Dos seis cargos majoritários que estarão em disputa, o Partido dos Trabalhadores tem controle de todos.

A suplência de Jorge Viana com Nazareth Lambert; a suplência de Ney Amorim com Márcia Regina (que ainda não se filiou ao PSB) e Emylson Farias, do PDT, com possibilidades reais de assumir a pré-candidatura a vice, o PT segue tranquilo, sem grandes tensões internas na coligação.

O secretário de Estado de Segurança Pública, apesar de ser do PDT, é o nome de Tião Viana na chapa majoritária. Com uma rejeição de apenas 8%, segundo pesquisa Vox Populi/TV Gazeta, Farias consegue atravessar o purgatório da pasta que administra com rejeição menor que o colega de tropa Daniel Zen, com 11%, semelhante à de Marcus Alexandre.

A pesquisa diz que Emylson Farias, se não é popular, também não tem o asco do eleitor. É o que apontam os números deste instante no Acre. Há, no entanto, um ponto de tensão na provável pré-candidatura de Emylson Farias a vice.

A formação de chapa para deputado federal, batalhada já há pelos menos dois anos pelo presidente regional do partido, Luiz Tchê, pode cair ribanceira abaixo. Para garantir legenda e coeficiente eleitoral, a fatura petista deve fazer valer o peso e eliminar a possibilidade de chapa isolada do PDT à Câmara Federal. Esse é, por enquanto, o único “ruído” na coligação.

No mais, a condução de Tião Viana segue utilizando, com eficácia, a força dos cargos para garantir unidades dos 14 partidos da Frente Popular do Acre. O PT, nesse aspecto, se difere do PP. As decisões da Frente Popular são formalizadas no colegiado de partidos, com o PT sentando na cabeceira da mesa. Mas, o rito é obedecido.

No PP, é diferente. A maior liderança do partido, o senador Gladson Cameli, fez o lava mãos no que se refere à escolha do vice. Deixou a escolha aos partidos. Por mais que se saiba que o processo não fica tão "solto", o gesto pode não ser dos mais pedagógicos. São formas distintas de conduzir o processo. Resta saber qual ferá mais eficaz na contagem dos votos. 

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