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Fieac avalia comércio exportador de 2017

Empresários querem dinamizar economia na fronteira

Empresários de Rio Branco que compõem o Comitê de Exportação da Fieac se reúnem na sede da Federação das Indústrias para avaliar as negociações feitas em 2017 e buscar alternativas menos burocráticas para que os produtos acrianos consigam entrar nos países andinos.

O Peru gasta com Chile e os Estados Unidos R$ 40 milhões por ano na compra de carne suína. Esse é um mercado que o Acre pretende e precisa entrar.

Em Brasileia, o frigorífico Dom Porquito está esperando autorização do Ministério da Agricultura para pegar uma fatia desse mercado. Em relação a 2016, as vendas do Acre para o Peru cresceram 12%, com a castanha e madeira liderando a exportação do Estado.

O Peru contabiliza a movimentação de US$ 3,7 milhões no comércio com o Acre. Só que muitas dessas mercadorias não foram produzidas no Estado. O Acre serviu apenas como corredor. Até madeira veio de Porto Velho, Rondônia, para abastecer o Peru.

“Notamos um crescimento nas vendas. Isso é bom, mas ainda está longe do que pretendemos. Esse mercado pode crescer muito mais. Essa reunião de hoje é justamente para buscar alternativas”, revelou o presidente da Fieac, José Adriano.

Os peruanos também conseguiram chegar ao mercado acriano e vender produtos hortifrutigranjeiros, fermento e alho. No ano passado, as vendas alcançaram US$ 416 mil. Esse ano vai fechar com mais de U$ 600 mil.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Peru mantém um escritório no Acre e também torce para que esse comércio fique mais curto com o fim de todos os entraves burocráticos.

No Acre, o setor de alimentos é quem mais espera a abertura desse mercado, que está tão próximo, mas, às vezes, parece impossível.

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