Domingo, 29 de Março de 2020
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14 Fevereiro 2020 Written by 

Os deputados se ressentem de não ter acesso a informações básicas “para fazer a defesa do Governo”. Será? Essa é uma desculpa quase institucionalizada em qualquer legislatura. O que está em jogo de fato? Cargos. Claro.

LIDERANÇA

A coisa está tão feia que até o presidente da Assembleia Legislativa do Acre, Nicolau Júnior, cunhado do governador, está orientando como Gladson Cameli deveria se comportar enquanto líder de um processo político. É claro que Nicolau foi pressionado. A declaração foi resultado de um cálculo com quase 23 reclamações.

CARGOS

Os deputados se ressentem de não ter acesso a informações básicas “para fazer a defesa do Governo”. Será? Essa é uma desculpa quase institucionalizada em qualquer legislatura. O que está em jogo de fato? Cargos. Claro. É essa a moeda. Pergunte a Gehlen Diniz se ele está tão insatisfeito assim! Os demais colegas da base querem tratamento similar e o cafezinho com o Chefe da Casa Civil.

QUEM MANDA?

Aliás, a fala de Nicolau Júnior está cheia de sugestões. Quem manda mesmo? O Governo está totalmente retalhado. Já é um raciocínio automático e consensuado. Quem nomeia na Segurança? “Rocha” é a resposta. Quem nomeia na Produção? “Mara Rocha”. Quem nomeia na Saúde? “Bestene” (o deputado José Bestene, bem entendido).

“TRAJANO DO ACRE”

Aliás, o deputado José Bestene precisa cuidar um pouco mais da imagem nos bastidores tanto da Sesacre quanto da própria Aleac. A influência dele na Educação e na Saúde é tamanha que alguns colegas estão encontrando dificuldades de fazer a defesa do parlamentar.

“TRAJANO NO ACRE” II

E não se está aqui fazendo alusão ao vazamento de áudios inconsequentes tratando de questões pessoais do parlamentar. A coluna não fala sobre questões pessoais. A questão é mesmo da atuação enquanto homem público. “Ele já está sendo conhecido como a Luíza Trajano do Acre”, diz uma fonte, fazendo alusão à poderosa empresária do varejo brasileiro, dona da Magazine Luíza. “Ele articula politicamente de vendas de remédios a computadores. O homem é forte”.

SEM RESPOSTA

Por essas e outras que o raciocínio do presidente da Aleac se mantém. Quem manda?

“QUE SEJA AGORA”

A empresária Charlene Lima vai passar por uma nova prova de fogo. Presa em 2018 pela Polícia Federal na Operação Hefesto, que investigava fraude em licitação de publicidade, ela vai voltar à cena política. Quer ser deputada federal, mas está no páreo para disputar a Prefeitura de Sena Madureira. Sabe que a campanha eleitoral vai lembrar do episódio, mas ela está disposta a pagar para ver. “Isso vai acontecer mais cedo ou mais tarde. Então, que seja logo. Que seja agora!”



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