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09 November 2013 Written by 

A sete meses das convenções, tabuleiro político do Acre está montado

 


Primárias eleitorais
A pouco mais de sete meses para o início das convenções partidárias que homologarão os candidatos de 2014, o Acre já está bem definido sobre quem será quem nesta disputa – que caminha para ser uma das mais acirradas dos últimos anos. Ficou notório como o processo de discussão foi antecipado, sendo a operação G7 um dos fatores para isso. Com os rescaldos no governo, todo mundo queria enfrentar Tião Viana (PT) acreditando em sua falência eleitoral, o que não está comprovado pelos levantamentos.

Quadros
O cenário para 2014 definido é esse: o duelo pelo Palácio Rio Branco se dará entre Tião Viana (PT) –como favorito por estar no cargo – e o competitivo Márcio Bittar (PSDB), que tentará corrigir os erros conhecidos da oposição e atrair os votos de parcela significativa da população que deseja alternância de poder.

Confrontos
Ao contrário das últimas eleições, com Tião Bocalom (DEM) só acusando e se esquecendo de apresentar propostas plausíveis, o eleitor pode ter no próximo ano bons debates de ideias e propostas entre Tião Viana e Márcio Bittar. Os dois são qualificados e têm bons discursos.

 Opções
Tudo caminha para o confronto de ideias, propostas para a realidade acreana. Os dois sabem que a disputa será acirrada, e o mínimo detalhe fará toda a diferença. Conquistar a mente e o coração do eleitor será o ponto-chave; quem se sair melhor neste quesito tem altas chances de ocupar o Palácio Rio Branco em 2015.

Rabeta
Por fora, na parte de baixo, podem estar Bocalom (DEM) e Henrique Afonso (PV). O democrata continuará com o seu “produzir para empregar” e o verde com o discurso da família e do conservadorismo. A um ano para o início da corrida sucessória, as peças parecem estar encaixadas nas respectivas casas do tabuleiro.

Um braço e outro
Quanto ao Senado a oposição está mais confortável que a Frente Popular. Os oposicionistas estão com a candidatura única de Gladson Cameli (PP). Quem for candidato com Bocalom será apenas para registrar chapa no TRE. Já no governo serão necessários muitos diálogos para o impasse Perpétua Almeida (PCdoB) e Anibal Diniz (PT).

Terrorismo barato
Na verdade todas as veiculações de uma candidatura robusta na chapa PSD-DEM são uma mera forma de tirar o sono de Gladson Cameli (PP). Vez ou outra lançam Bocalom ao Senado, mas o deputado progressista diz que vai concorrer ao Senado com uma ou duas candidaturas em seu grupo.

Sui generis
“Esta é uma piada de péssimo gosto”, diz um dirigente comunista sobre possível namoro entre Perpétua e o grupo de Bocalom. “A Perpétua é candidata da Frente Popular, nós vamos lutar até o último segundo para ela ser o nome único. Se não der certo ela será a candidata do PCdoB”, diz ele.

Descarte
De acordo com a fonte, o PCdoB não leva em consideração a mínima possibilidade de rompimento com a Frente Popular –ainda. Por conta disso, os comunistas também descartam a possibilidade de aderir à coligação de Henrique Afonso (PV), ex-membro da base governista.

Esforços máximos
Não era nem três horas da tarde quando os secretários do governo foram liberados ontem para fazerem campanha para Ermício Sena na disputa para presidência do PT. Segundo informações, até ocupantes de cargos importantes da cota do PCdoB faziam ligações aos companheiros do PT pedindo voto pata Ermício.

 Esforços máximos 2
Como a coluna mostrou esta semana, a disputa interna do PT há muito foi externada. Todos os cargos comissionados da Frente Popular estão voltados para evitar a derrota de Ermício Sena diante da competitiva candidatura de Sibá Machado, e os descontentes do partido.

Voz experiente
Jorge Viana (PT) teve um encontro cordial com o ex-presidente Lula. Na conversa um dos assuntos foi a eleição no PT/AC. O senador passou a radiografia do atual momento do partido para Lula, e ao final Jorge usou o Facebook para passar recados à militância: “O  PT não pode virar uma federação de tendências.”

Dança das cadeiras
A confusão marcou a volta de James Gomes (PSDB) à prefeitura de Senador Guiomard. Secretários petistas e tucanos dividiam o mesmo espaço. Deixar a cadeira para tomar água representava um risco ante a possibilidade de, no retorno, encontrar a poltrona ocupada. Esta bagunça institucional poderia ter sido evitada se o magistrado do caso tivesse um pouco mais de cautela.

 Fraqueza
O amplo resultado favorecendo James Gomes mostra as falhas das provas. Se Afonso Braña tivesse analisado mais a fundo as provas falhas certamente teria evitado o “trauma” da saída de um prefeito. No direito eleitoral, a cassação só deve ocorrer diante das provas eminentes e contundentes da ilegalidade da vitória do eleito.

Lições
O mesmo caso de James Gomes (PSDB) vale para Rodrigo Damasceno (PT) em Tarauacá. O Tribunal Eleitoral deve ter a medida correta para determinar a perda do mandato do prefeito de um município complexo como Tarauacá, e depois o TSE o colocá-lo na função novamente.

Zonas tucanas
Os tucanos acreanos arrumaram as malas e embarcaram para Manaus (AM). Lá vão posar para fotos ao lado do presidenciável Aécio Neves (MG) e debater a aproximação do PSDB com a Amazônia.

Zonas tucanas 2
Esta região tão esquecida pelo tucanato paulista-mineiro, preocupados mais em manter o Sul Maravilha intacto, com suas fábricas pujantes e defendendo o fim da Zona Franca de Manaus para não prejudicar para todo o desenvolvimento do país ficar centrado só lá.



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